Marcelo Luz fala sobre os 35 anos de carreira

PICOS – O cantor Marcelo Luz é presença confirmada nos festejos de São João da Canabrava. Nos dias 23 e 24 de junho o músico se apresenta a...

PICOS – O cantor Marcelo Luz é presença confirmada nos festejos de São João da Canabrava. Nos dias 23 e 24 de junho o músico se apresenta ao lado do parceiro Jorginho na Lanchonete Vitória. Na última quinta-feira (19), a dupla esteve na cidade fazendo uma prévia dos festejos e conversou com a nossa equipe. Confira a entrevista. 


Canabrava News – Marcelo, qual a sua trajetória na música? 

Marcelo Luz - Comecei com 13 anos de idade, iniciei a banda Prova de Shock, banda Magia da Bahia, Show Fênix da Paraíba, Banda Explash, Samurai de Pio IX, banda Aquário de Petrolina, uma das últimas bandas que eu toquei foi uma das melhores bandas do Nordeste, foram os Geniais de Amarante, e venho dando sequência, aí pegou a onda do teclado e até hoje a gente vem consolidando o nosso nome, já são quase 35 anos de carreira.   

Canabrava News – Como você define o seu estilo? 

Marcelo Luz - Eu gravei muito brega pop, jovem guarda, eu pegava as músicas da jovem guarda colocava no brega pop dançante e tive essa identidade. Só que nos shows a gente faz um pouquinho de tudo, brega pop, jovem guarda, xote que é o forró pé de serra, é uma xote das antigas e também as músicas mais recentes para a turma jovem que acompanham o nosso trabalho, que vão aos shows.

  

Canabrava News – Qual a principal diferença de quando você iniciou sua carreira para hoje? 
  
Marcelo Luz – Naquele tempo a dificuldade era divulgar, quando eu comecei isso há 35 anos, não existia celular, não existia internet e hoje existe tudo isso e hoje está muito mais fácil entrar no mundo da música, tendo um pouco de talento e perseverança. 

Canabrava News – Nos últimos meses a gente percebe um crescimento do estilo voz e violão. Qual a sua opinião sobre esse estilo? 

Marcelo Luz - Eu sempre toquei violão, mas o teclado vinha em primeiro lugar, e de um tempo para cá eu comecei a fazer voz e violão e depois que eu comecei teve muita gente que seguiu nessa direção, por que o violão é um instrumento que não envelhece, ele nunca sai de moda. O pessoal que hoje que estão começando estão de parabéns, fazendo um estilo bom e agora está no auge novamente. 

Canabrava News – E como está a agenda de shows? 

Marcelo Luz - Estamos em período de crise, e a crise afeta tudo, mas a gente está conseguindo se sobressair e realizar muitos shows pela região. Há 15 dias eu retornei de São Paulo e já fui indo para Araripina, me apresentei em São Julião, São João da Canabrava, Marcos Parente e para frente eu tenho Alagoinha, Bertolínia, estarei em São João da Canabrava nos dias 23 e 24 de junho, vou para Balsas no Maranhão em julho, e de lá retorno para o interior da Bocaina, nos festejos do Balseiro e temos Santo Inácio, esses são os que eu lembro de cabeça. 

Espaço aberto 

Marcelo Luz - Estamos aí com um repertorio mesclado de um tudo, brega ao forró, jovem guarda, 
romântico, internacional, na época de São João temos um repertório de uma hora e meia, só de arrasta-pé, as vezes as pessoas pensam que por que gravei cd´s foram de brega e jovem guarda, acham que são só essas músicas, a gente faz um show baile, para todos os gostos.

Durante entrevista, o músico Jorginho falou sobre a parceria com cantor Marcelo Luz. Já são quase 20 anos se apresentando juntos nos shows pelo Piauí e outros estados. Quando não está tocando com o Marcelo, Jorginho faz apresentações estilo voz e violão. 



Canabrava News – O que a música representa para você? 

Jorginho - A música é tudo para mim, eu acho que eu não seria quem eu sou se não fosse a música. Através da música eu consegui tudo, amizade, consegui uma vida financeira, por que além de ser uma terapia maravilhosa, a música é um excelente meio de trabalho. 

Canabrava News – Como é trabalhar com o Marcelo Luz? 

Jorginho – O Marcelo é uma pessoa boa, eu acho que vou uma parceria que deu certo, por que o mesmo gosto musical dele é o meu, e hoje a gente toca mais para o povão do que para nós mesmos, por que o que o povo pede a gente toca e somos o que somos graças ao povão. Quando não estou tocando com ele, que aparece alguma coisa eu faço voz e violão em casas noturnas, mostrando um outro lado do meu trabalho. 





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