Marcelo Castro é cogitado para disputar presidência da Câmara

BRASIL - A renúncia do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) causou alvoroço entre parlamentares que já se articulam para eleger o novo ...

BRASIL - A renúncia do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) causou alvoroço entre parlamentares que já se articulam para eleger o novo presidente da Câmara na próxima semana. Em entrevista ao Notícia da Manhã, o deputado federal Assis Carvalho (PT-PI) aposta no piauiense Marcelo Castro (PMDB-PI) como um candidato com chances de vencer a disputa. 

Marcelo Castro. (Foto: Reprodução)
"Tudo está bastante 'costurado'. Estou muito animado, envolvido nessa articulação com o Marcelo, conversei muito com ele ontem (07) e acredito que teremos um piauiense na presidência e contra o golpe. Somos cerca de 120 a 130 parlamentares que se organizam para lançar candidatura própria para apostar no 2º turno e esse nome hoje é o de Marcelo Castro. Ele já se colocou à disposição", diz Carvalho. 

Os deputados interessados em disputar a presidência da Câmara poderão registrar suas candidaturas junto à Secretaria-Geral da Mesa ao meio-dia da próxima quinta-feira (14). A eleição será secreta e ocorrerá por meio do sistema eletrônico. Para que haja quórum para o pleito, a maioria dos deputados deve estar presente à sessão (257 dos 513 parlamentares). O novo presidente será eleito em primeiro turno caso obtenha a maioria absoluta dos votos, ou seja, se estiverem presentes 257 deputados, são necessários os votos de pelo menos 129 parlamentares.

Se nenhum candidato alcançar esse número, haverá um segundo turno entre os dois mais votados. Neste caso, bastará maioria simples dos votos para eleger o novo presidente da Câmara.

Além de Marcelo Castro, o piauiense Heráclito Fortes (PSB-PI)  também colocou o nome como sucessor de Cunha. 

O parlamentar disse que os deputados federais se dividem em três grupos: contra o golpe, golpistas pró e contra Cunha. 

Assis Carvalho diz que a renúncia do presidente da Câmara foi programada e comparou a saída de Cunha a uma peça de teatro.

"Isso já era esperado e foi programado na semana anterior. Todo o teatro, as lágrimas...tudo estada sendo trabalhado nas reuniões anteriores. Foi uma encenação para salvar o mandato do Eduardo. Isso foi articulado pelo Michel Temer e pelo grupo que dá sustentação dentro da Casa, como líder o do governo que é praticamente uma sombra do Cunha dentro do parlamento, juntamente com e Beto Mansur (PRB-SP) e outras líderanças", acredita. 

Fonte: Cidade Verde

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