Veja gastos dos candidatos de Picos com campanha eleitoral

PICOS- Os candidatos a prefeito de Picos prestaram contas com a Justiça Eleitoral dos gastos que estão tendo com a campanha até o momen...



PICOS- Os candidatos a prefeito de Picos prestaram contas com a Justiça Eleitoral dos gastos que estão tendo com a campanha até o momento. Segundo números da Justiça Eleitoral, Gil Paraibano já gastou mais de R$ 150 mil reais e Gilvan Gomes não chegou a gastar nem R$ 2 mil reais. No total, gastos dos candidatos chegam a R$ 261.473,58. Veja os números:


Gil Paraibano (PP): receita R$ 147.750,00 / despesa R$ 150.012,52
Gilvan Gomes (PSDC): receita R$ 500 / despesa R$ 1.600 
Junior Nobre (PSC): receita R$ 34.050,00 / despesa R$ 23,399,46 
Padre Walmir (PT): receita R$ 85.100,00 / despesa R$ 86.461,60 




Cerca de 90% dos candidatos do Piauí apresentaram suas prestações de contas parciais à Justiça Eleitoral nesta semana. Nas cinco principais cidades do interior do Estado, pelo menos cinco candidatos que disputam o cargo de prefeito não declararam despesas, segundo dados do site do Tribunal Superior Eleitoral(TSE), o que equivale a 26,31% dos candidatos. Os candidatos a prefeito que não declararam foram: Paulo Limeira (PR) e Tibério César (PSTU) de Piripiri; Moura Fé (PMB) de Floriano; Irmão Mazim (PSOL) em Bom Jesus e Tererê (PSDB) de Parnaíba, que declarou as receitas, mas não as despesas.  

Este foi o primeiro prazo estabelecido pela legislação eleitoral para a prestação de contas parcial. O prazo final será no dia 01 de novembro. Até esta sexta-feira (16), 8.141 vereadores do Piauí apresentaram a prestação de contas parcial, o que equivale a 89,86% dos candidatos. Em relação aos que concorrem ao cargo de prefeito, 90,04% prestaram contas, totalizando 511 candidatos.

Punições
De acordo com a coordenadora do Controle Interno do TRE, Raquel Ferro, os candidatos que perderam o prazo poderão ter problemas na prestação de contas final. "Eles ainda podem apresentar a prestação de contas, embora o prazo já tenha vencido, mas já começarão com ressalva por impedir que a Justiça Eleitoral faça a fiscalização junto aos órgãos fiscalizadores, como o Tribunal de Contas da União". 

A coordenadora disse ainda que, caso o candidato não apresente a prestação de contas final no prazo estabelecido até o dia 01 de novembro, poderá ficar inelegível por no mínimo quatro anos. "Se passarem quatro anos e o candidato não entregar, ele não terá a quitação eleitoral enquanto permanecer a inadimplência. Caso ele seja eleito sem apresentar a prestação de contas, não poderá ser diplomado".

FONTE: Cidade Verde


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