Piauí registrou 360 incêndios só nos primeiros 8 dias de setembro, diz INPE

PIAUÍ - Dados do programa de monitoramento de queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) revelam que, no mês de setemb...


PIAUÍ - Dados do programa de monitoramento de queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) revelam que, no mês de setembro, o Piauí registrou o segundo maior número de incêndios entre os estados localizados na região Nordeste do Brasil. 
As estatísticas mostram que, somente nos primeiros oito dias deste mês, o Piauí alcançou 360 focos de incêndio, ficando atrás apenas do estado do Maranhão, que atingiu 1189 queimadas. Em terceiro lugar no ranking de focos de queimada figura a Bahia [201], seguida pelo Ceará [87], Pernambuco [19], Rio Grande do Norte [10], Paraíba [10] e Alagoas e Sergipe, que, segundo o levantamento, ainda não registraram queimadas em setembro. 
Imagem Ilustrativa

O balanço aponta, ainda, que em 2016 o mês recorde de queimadas no Piauí foi agosto: total de 1647. Julho alcançou 754 focos de incêndio e junho 153. Em todo ano o número de ocorrências de incêndios no Estado totaliza 3226.
A última queimada de grande proporção registrada no Piauí foi detectada  na saída de Teresina para Altos, na BR-346. O fogo durou mais de seis horas e atingiu setores do Almoxarifado Central da Eletrobras Distribuição Piauí.
Já no dia 27 de agosto, um parque de vaquejada e duas fazendas localizadas no município de Campo Maior foram atingidas pelas chamas. Veja abaixo vídeo que mostra momento da queima: 

O monitoramento feito pelo INPE detecta as queimas através de imagens via satélite e os dados são atualizados diariamente, sete vezes ao dia. O sistema de detectação de incêndios compara os números de focos de queimadas desde 2007 e também é utilizado como fonte do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais – Prevfogo, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Vale lembrar que o Artigo 250 do Código Penal prevê reclusão de três a seis meses, além de pagamento de multa, para quem provoca queimadas em ambiente aberto. 

FONTE: Cidade Verde


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