Começou neste sábado (29) e segue até o dia 1º de setembro a 11ª rodada da pesquisa sorológica que identificar a taxa de transmissão do novo coronavírus entre a população piauiense.

Foto: Antonio Rocha/Canabrava News

Ao todo, 11 cidades serão percorridos pelas equipes da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) e do o Instituto Piauiense de Opinião Pública (Amostragem). O objetivo é entrevistar pelo menos 4 mil pessoas em Teresina, Parnaíba, Piripiri, Campo Maior, Oeiras, Floriano, Picos, Valença, São Raimundo Nonato, Corrente e Uruçuí.

A 11ª pesquisa sorológica visa saber se o índice de transmissibilidade do coronavírus no Piauí permanece o mesmo ou sofreu alguma alteração para mais ou para menos. Na última rodada, realizada entre os dias 4 e 8 de agosto, a pesquisa constatou que a taxa se manteve em 0,74, o que significa que 100 infectados repassam o vírus para outras 74 pessoas. O índice, segundo a Sesapi, foi o menor já registrado no Piauí.

Desde o inquérito realizado entre os dias 15 e 18 de julho, que apresentou redução de 0,87 para 0,74, a taxa permaneceu no mesmo patamar, mesmo com a flexibilização das atividades econômicas.

Abordagem

Ao realizar a pesquisa, as equipes abordam as pessoas em suas casas. Em seguida, um morador da casa será sorteado para se submeter ao teste rápido. Caso tenha resultado positivo, a pessoa mais próxima à infectada também será testada.

As equipes estarão devidamente identificadas com crachá e carro caracterizado. As visitas ocorrem entre 7h30 e 18h30. Os pesquisadores pedem aos entrevistados informações sobre doenças pré-existentes, sintomas eventualmente apresentados, contatos com pessoas ou familiares que viajaram e comportamento quanto ao isolamento social. A orientação é para que o pesquisador evite adentrar a residência e mantenha a distância mínima de um metro do entrevistado.

A pesquisa é importante porque norteia os passos da retomada econômica no Estado. Até ontem (28) o Piauí havia registrado 76.916 casos de Covid-19 e 1.804 mortes causadas pela doença.


Por Izabella Pimentel
Com informações da Sesapi

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