O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Wellington Dias (PT), manifestou-se oficialmente nesta terça-feira (27) sobre as especulações envolvendo seu filho, o médico Vinícius Dias (PT). O ministro negou veementemente ter trabalhado ou imposto a indicação de Vinícius para a vaga de vice-governador na chapa de reeleição de Rafael Fonteles (PT) em 2026.
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| Foto: Reprodução |
Em nota, Dias destacou sua trajetória de 40 anos no Partido dos Trabalhadores, reforçando que sempre pautou sua atuação pelo respeito às decisões coletivas da legenda.
“Não é verdade que eu, em qualquer momento, ou qualquer membro da minha família, tenha trabalhado, defendido ou imposto o nome do meu filho, o médico Vinícius Dias, como candidato a vice-governador do Piauí”, declarou o ministro.
Retirada da pré-candidatura
A confirmação da desistência de Vinícius Dias veio também nesta terça-feira, através do presidente estadual do PT, Fábio Novo. Segundo o dirigente, o próprio Wellington Dias comunicou a retirada do nome do filho da disputa interna pela vaga na chapa majoritária.
A decisão ocorre após uma reunião estratégica realizada na noite de segunda-feira (26), na residência do deputado federal Merlong Solano (PT). O encontro, que contou com a presença de deputados estaduais e federais da sigla, discutiu a portas fechadas a composição da base aliada para o próximo pleito.
Cenário político
Com a saída de Vinícius Dias do páreo, o atual secretário de Educação, Washington Bandeira (PT), consolida-se como o principal nome para ocupar a vaga de vice na chapa encabeçada por Rafael Fonteles. A movimentação visa pacificar a base governista e alinhar os interesses das siglas aliadas para 2026.
Confira a nota na íntegra:
Não é verdade que eu, em qualquer momento, ou qualquer membro da minha família, tenha trabalhado, defendido ou imposto o nome do meu filho, o médico Vinícius Dias, como candidato a vice-governador do Piauí.
Ao longo de mais de 40 anos no Partido dos Trabalhadores, sempre respeitei as decisões coletivas, os critérios internos do partido e a democracia, especialmente nos processos eleitorais e de sucessão política, que são fruto de diálogo e construção conjunta.
Tenho defendido, sim, uma estratégia não apenas para a vitória em 2026, mas, principalmente, para garantir que o Piauí siga avançando entre os estados mais desenvolvidos do Brasil. Isso passa pela consolidação do Time do Povo, com Lula presidente, Rafael governador, e por uma bancada comprometida com os interesses do povo do Piauí e do Brasil.
O país vive hoje um dos melhores momentos de sua história recente. Nosso desafio é seguir trabalhando para que esse projeto seja fortalecido, aprofundado e não seja interrompido. Nenhum projeto pessoal pode ser maior do que o projeto coletivo que está sendo construído para o Brasil.
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