Após anos de espera, irmãos canabravenses se encontram em Dourados

Natural de de São João da Canabrava, (Família Martins), no fim de janeiro José Antônio visitou o irmão Francisco Martins no Mato Grosso do Sul e compartilhou a emoção do reencontro e as impressões da viagem.

Irmãos reunidos em Dourados. Foto: Arquivo Pessoal

Depois de muito tempo fazendo planos que nunca davam certo, o reencontro finalmente aconteceu. José Antônio, conhecido como Zé Antônio, morador de São João da Canabrava, conseguiu visitar o irmão Francisco Martins, que vive com a família em Dourados, no Mato Grosso do Sul. A viagem aconteceu no fim de janeiro.  

“Eu tinha muita vontade de ir. Foram pelo menos três vezes que eu fiz plano de ir na casa do meu irmão, mas nunca dava certo. Dessa vez, resolvi ir de vez”, contou Zé Antônio.

Zé Antonio e Chico Martins. Foto: Arquivo Pessoal.
 

A viagem começou ainda de madrugada. Eles saíram por volta das quatro horas da manhã e, no início da tarde, por volta das duas, já estavam em Dourados. “Fui muito bem recepcionado, bem acolhido quando cheguei. Fiquei três dias lá junto com ele. Gostei demais”, relembra.

Durante a estadia, Zé Antônio aproveitou para conhecer a cidade e ficou impressionado com o que viu. “É uma cidade muito bonita, muito plana, não tem ladeira. Gostei muito mesmo. A gente não tem muita família lá, mas conheci algumas pessoas, fiz amizade. A terra é rica, tem muito gado, muita soja, é a terra da soja. Chove bem, o mato é sempre verde, a chapada é verde, é um lugar de muitos recursos”, descreveu.

Família reunida. Foto: Arquivo  Pessoal

O passeio quase incluiu uma ida até a fronteira com o Paraguai, que fica a cerca de 35 minutos de carro, mas não deu certo dessa vez. “No domingo estava fechado e eu vim embora na segunda. Já estava tudo planejado, mas não deu. Da próxima vez, eu vou com esse plano: conhecer até o outro lado, atravessar para o Paraguai e conhecer melhor. Aí a gente grava outro vídeo”, disse, animado. Vídeo abaixo:


Mais do que conhecer novos lugares, a viagem marcou pelo reencontro e pelo tempo juntos. “Só não foi melhor porque passou muito rápido, foram poucos dias”, resumiu Zé Antônio, com aquele sentimento de quem já sai pensando na próxima visita.

Esta matéria foi uma sugestão envia pela a professora Francisca de Assis. O nosso muito obrigado. 

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